terça-feira, 15 de setembro de 2009

Livros!

Da série: "The book is on the table..."

"Cem dias entre o céu e o mar", de Amir Klink

Esse livro é muito legal! Já li faz um tempo, mas continuo recomendando! Conta a viagem feita por Amir Klink atravessando o Atlântico, sozinho, em seu barco. Além de ter uma linguagem ótima de ler, é uma aula sobre como o planejamento ajuda a lidar com as adversidades que podem surgir ao longo da viagem!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Say goodbye to life as you know it...

É hora de dizer adeus à vida como você a conhece!

Intercâmbio é deixar tudo para trás e ir em busca de novas experiências.

É saber conviver com a diferença, respeitá-la e entender que é ela que permite que o homem continue a evoluir.

É aprender a ouvir, aprender a falar e ser entendido (em outra língua!). É aprender a dizer tudo de novo e pedir para repetir, quantas vezes precisar.

É fazer com que as coisas aconteçam, é fazer com dêem certo; é desembolar, mesmo quando tudo pareça embolado demais.

É levar um pouquinho do seu país para fora e trazer de volta um pouquinho de lá.

É viver numa contradição que só intercambista entende: alegria, tristeza, saudade, curiosidade, amor, raiva, surpresa, decepção, sonho, realidade.

É saber que essa experiência irá mudá-lo de um jeito que não tem volta.

É saber que nada é impossível.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Celsius X Fahrenheit

Pra quem vai, ou já está em país que se mede a temperatura em Fahrenheit, abaixo vai o link de um site que faz a conversão pra você:
http://pt.tech-faq.com/convert-fahrenheit-to-celsius.shtml

Para os mais animados, que querem fazer a conta, abaixo vão as fórmulas da conversão, segundo a Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Grau_Celsius):

"O método de conversão para Fahrenheit consiste em multiplicar o valor em grau Celsius por 1,8 e somar 32 ao resultado.

De maneira similar, para converter grau Fahrenheit para grau Celsius, subtrai-se 32 e divide-se o resultado por 1,8.

De maneira mais similar para converter é: valor de celsius dividido por 5 igual a valor de Fahrenheit menos 32 dividido por 9, obterá o resultado."

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Entrevista para o site da World Study BH

Olha eu e uma das minhas alunas de High School nessa entrevista para o site da World Study BH!

http://www.worldstudy.com.br/unidades.php?sid=452&pid=871

Jet Lag - Meu corpo enlouqueceu!

O Jet Lag é uma espécie de fadiga/stress sofrido pelo corpo da pessoa que passa por uma alteração “radical” de fuso horário (mais de 4 horas de diferença), em pouco tempo. O famoso “relógio biológico” é formado por células cerebrais que controlam as funções corporais, como o sono e a fome, por exemplo. Essas células, para trabalhar, tomam por referência o ciclo regular de luz/escuridão, que acontece a cada 24 horas. Ou seja, o nosso organismo é acostumado com o ritmo de rotação da Terra e a luz do Sol é sua referência mais importante.

Quando atravessamos, de avião, vários fusos horários, alteramos a seqüência habitual dos períodos de atividade e de descanso. Por isso, nosso “relógio biológico” se desorienta, podendo causar alguns sintomas como: insônia e outros distúrbios de sono, cansaço, irritação, dores de cabeça, problemas de estômago e intestinais, diminuição do rendimento físico e mental, dentre outros.

O nome Jet Lag está diretamente relacionado às viagens de avião com mudanças de fuso horário (Jet, jato; Lag, diferença de tempo). Viagens longas, no sentido Norte ou Sul, podem causar cansaço; porém, o Jet Lag só acontecerá em viagens no sentido Leste ou Oeste.

A intensidade dos sintomas e o tempo de recuperação dependem da diferença horária entre a origem e o destino, mas também variam de pessoa para pessoa. Tem gente que já entra no novo “ritmo” um dia depois da chegada ao destino, depois de cruzar mais de 12 horas de fuso horário. E tem gente que demora dias até que o corpo se acostume com os novos horários. O importante é lembrar que o cérebro pode ser “reprogramado” para entender o novo ciclo de dia/noite e, portanto, o Jet Lag não é eterno. Mas pode demorar alguns dias.

Algumas dicas para diminuir os efeitos do Jet Lag:
- Um bom estado geral de saúde sempre ajuda!
- Alguns dias antes da viagem, tente ajustar seus horários de comer e dormir, aos poucos, aos horários do seu local de destino.
- Não coma em excesso antes ou durante a viagem. Beba bastante água.
- Durante o vôo, acerte seu relógio para a hora do destino o quanto antes. Movimente-se um pouco, de 2 em 2 horas, pelo menos.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Língua Oficial dos EUA

Da série: "Coisas que a gente aprende conversando com intercambistas..."
Estava eu batendo um papo com uma intercambista que vai embarcar para um High School nos EUA na próxima semana e surgiu uma pergunta que, se fosse a "pergunta do milhão", aposto que a maioria das pessoas ia responder errado e perder a grana. A pergunta era "Qual é a língua oficial dos EUA?". E a resposta, que me deixou surpresa, foi simples: NENHUMA. É isso aí! Para quem ainda não sabia, os EUA não possuem língua oficial! Abaixo vai um trechinho retirado da Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos) a respeito do assunto. Divirtam-se!

Os Estados Unidos nunca tiveram um idioma oficial, embora o inglês tenha sido sempre o idioma predominante no país, e seja falado pela imensa maioria da população, sendo de facto o idioma oficial dos Estados Unidos. Por isso, o inglês é o idioma usado em quaisquer pronunciamentos oficiais, que vão desde tratados até leis e sentenças. 27 Estados adotaram o inglês como idioma oficial. Destes Estados, três adotam um segundo idioma oficial: o Havaí, que adotou o havaiano como segundo idioma oficial; a Luisiana, que adotou o francês; e o Novo México, que adotou o espanhol. Nos Estados americanos sem idioma oficial, o inglês é adotado em todos serviços públicos, serviços em outros idiomas são fornecidos em áreas com grande população de imigrantes. Já Estados onde o inglês (e por vezes um segundo idioma) é o idioma oficial não precisam necessariamente fornecer serviços públicos em outros idiomas.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

E se eu não der sorte?

Quando conversamos sobre intercâmbio, sempre tem alguém que diz que “tem que dar sorte”. Dar sorte com a família, dar sorte com a localização da casa, dar sorte com a escola / faculdade, dar sorte com o trabalho ou com o chefe, dar sorte de fazer amigos, dar sorte de escolher a agência certa. A sorte, que aparece nos depoimentos da maioria das pessoas que já viveram a experiência, parece ser fator fundamental para que o final seja feliz. Mas até que ponto é a sorte o principal responsável pelo sucesso de um intercâmbio?

Podemos dizer que depende, que cada caso é um caso... coisa de relativismo. É claro que cada caso é um caso, pois somos humanos e é a imprevisibilidade que define nossa natureza. E o intercâmbio não é a experiência de apenas um ser humano, mas de todos envolvidos no processo: aqueles que ficam, aqueles que vão e aqueles que recebem. E quanto mais gente, mais imprevisível.

Se chamarmos de “sorte” tudo aquilo que o intercambista não tem controle total no início (e é quase tudo mesmo), acredito sim que a sorte esteja presente. O que a sorte pode definir é como as coisas vão começar: a host family, o emprego, a escola, o vôo. Para amenizar isso, um bom planejamento e orientação ajudam. Mas, quando as coisas “dão errado”, o que faz realmente a diferença são as atitudes do intercambista diante do que surge em seu caminho. A forma como ele encara e lida com as situações adversas é que confere peso para que a experiência, como um todo, seja encarada como boa ou ruim no final.

Lembra da frase “Experiência não é o que você viveu, mas aquilo que você fez com o que você viveu.” (que eu não me lembro mais de quem é)? Pois é, o intercâmbio é o que o intercambista faz com ele. Problemas sempre vão existir na vida das pessoas, estando elas onde estiverem. Se um intercambista “der sorte”, não vai ter que passar por eles. Mas, se não der, vai resolver a situação e pronto. E, como diz um amigo meu, “... de qualquer jeito, você teve a sorte de ter a chance de fazer intercâmbio”.